terça-feira, 29 de janeiro de 2008

TORCER É SAUDÁVEL


A emoção de torcer pelo seu time do coração é indescritível em qualquer esporte, mas como a paixão dos brasileiros é o futebol também adoto essa idéia.

Domingo fui ao Mineirão ver a estréia do Cruzeiro e há muito tempo não via uma goleada. Dei sorte! O clima, a adrenalina e a unidade entre milhares de pessoas torcendo e empurrando o time para a boca do gol. O tradicional tropeiro, os gritos enfurecidos com o mal desempenho de alguns jogadores, e até cantar uma musiquinha desejando uma coisa não muito boa ao time rival. Realmente é muito emocionante ser torcedor, a alegria é contagiante.

Mas, também fiquei indignada quando fui até o Barro Preto com o Vitor comprar os ingressos e passou um carro com um atleticano e começou a nos insultar só porque o Vi estava com a camisa do Cruzeiro. Sinceramente, não entendo como tem tanta gente estúpida, sem educação, de baixo nível nesse mundo. Desejo tudo de bom para aquele atleticano!

Logo depois, ouvimos no rádio a confusão que matou um torcedor e feriu mais dois. Agora, me conta, pra quê? Desperdiçar uma vida por causa de rivalidade trivial sendo que a cada dia nascem milhares de cruzeirenses e atleticanos em Minas e nada vai mudar. Vão exterminar todos eles?

Será que esses marginais não têm algum amigo, parente, seja lá quem for, que torce para o time rival e não conseguem conviver com as diferenças?

Não tolero isso! É ótimo torcer, é saudável. Mas, quando entra a violência no meio considero que quem agride já não é mais torcedor, essa pessoa não é digna de torcer para qualquer time. É um marginal, criminoso, assassino. Nada justifica a agressão e as ofensas. Basta!

Torcer é amar o time de forma que vestir a camisa seja respeitar as diferenças e abominar qualquer manifestação de violência. É bonito torcer, mas é mais bonito ainda viver em paz! Tolerância!

Obs: Amanhã tem mais, CRUZEIRÃO!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Eu, Contagem e os meus amigos servidores


Está na moda ser servidor público no Brasil. A estabilidade do emprego tão sonhada reúne milhares de concurseiros em busca de uma vaga. Nunca pensei em ser servidora pública, foi por obra do destino que meu primeiro trabalho é na Prefeitura de Contagem, como efetiva. Não é o emprego top de linha, mas me garante experiências interessantes, aprendizado e amizades ilustres. Há um ano na linha de frente, pude perceber a luta de uma classe acostumada a não ser valorizada com a imagem um pouco equivocada. Promessas de melhorias vão e vêm. Algo se concretiza. Algo se perde nos arquivos. Os novos rumos interessam e a esperança não morre.

No primeiro dia, em 04 de abril de 2006, a ansiedade do novo me consumia. Os colegas, mais curiosos do que eu, faziam várias recomendações. Ouvi de tudo um pouco: - cuidado com o estágio probatório - o serviço é muito tranqüilo - coitada veio parar em Contagem - entrou pela porta da frente - que bom que chegou estávamos precisando de efetivos. Meses depois as perguntas ainda não mudavam: - está gostando? –está feliz? – a prefeitura é legal?

Visada por ser jornalista e estar em vários lugares, procuro fazer meu trabalho, servir à Prefeitura, ao município, sempre lembrando que minhas raízes estão nessa cidade. Tão pouco tempo de experiência, o que mais me chamou atenção foi mesmo o servidor público contagense. A maioria de meus colegas efetivos está há anos na Prefeitura. Construíram família, viram Contagem crescer, fizeram amizades com muitas pessoas que passaram por aqui, histórias boas para contar. Por outro lado, alguns já estão cansados, outros desistiram e foram embora, mas a espera por dias melhores e valorização profissional posso sentir que não cessa.

Hoje, tenho a certeza de que todos que trabalham ali, assim como eu, há mais tempo ou menos tempo, têm algo a oferecer. Alguns são artistas plásticos, outros vendedores, gourmets, poetas, músicos, atletas, artesãos, militantes políticos e até pequenos empresários. É verdadeira a miscelânea que enriquece a nossa história e faz de Contagem uma cidade cercada de talentos. Com ares interioranos, o município é visto como um braço da capital, mas um corpo inteiro no coração de cada um que trabalha aqui. De braços abertos, alma tranqüila, cabeça dedicada, alguns dias de cara amarrada, assim vai levando o servidor. E eu vou junto, quer dizer, talvez eu fique, talvez eu vá. Mas, sempre levarei comigo a imagem certa das pessoas que ajudam a manter essa cidade tão grande a todo vapor!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Mais uma Questão de Peso...


Hoje tive outra surpresa!

E também não foi boa, mas pelo menos essa eu esperava.

Consultei com a minha nutricionista e o resultado foi absurdo: engordei 11kg em 4 meses, ou seja, cerca de 2,5Kg por mês.

Os números me deixaram pensativa: o que estou fazendo comigo? Eu não preicso ser assim!

Agora minha meta será emagrecer 26kg. Tenho muita facilidade para engordar, mas isso não é normal. Tem algo errado aí. Já marquei a médica.

Gente, é muito difícil passar por isso. Sei que a culpa desse efeito sanfona está no meu emocional. Fico desesperada por comida. É a minha fonte de prazer! Por isso, preciso da ajuda de um profissional. Tenho que emagrecer de dentro para fora, e não ao contrário.

Ontem fiz a primeira sessão de terapia. Gostei muito. Sinto que tenho muito o que trabalhar com minha inteligência emocional. Uma das conclusões que tirei é que quando chego no meu peso ideal e fico bonita, fico bem comigo mesma, no meu inconsciente não é bem assim. Ele acha que não sou merecedora dessa vitória, e como conseqüência, acabo voltando com os quilos perdidos.

Tenho que refletir mais sobre o que é ser merecedora das minhas conquistas, afinal são minhas e de mais ninguém. A auto-punição inconsciente tem que acabar. Para isso, preciso conhecer mais de mim mesma, amadurecer e assim transformar a realidade!

Vou conseguir! Fé em Deus e pé na tábua!

obs: Sabe o que eu ainda vou fazer? Uma propaganda com fotos de "antes e depois"! E vou rir pra caramba! Quem sabe até sou convidada para dar palestras! rsrsrs

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Balde de Água Fria



Sabe aqueles dias em que te jogam um balde de água fria?

Pois é, aconteceu comigo!

Não sei se é porque o ano está começando e estou animada com meu novo projeto de vida que a notícia recebida não me afetou radicalmente. Admito que estou um pouco chateada, afinal trata-se da minha vida profissional.

Sinto-me presa às vezes quando penso na minha profissão. Parece que não tenho oportunidade para mostrar o meu potencial, porque quando vejo que estou engrenando as circunstâncias me fazem parar. Não sou valorizada pelo que faço. Mas, por outro lado, agradeço a Deus por estar empregada!

Só não estou no caminho certo, mas está difícil enxergar para onde devo ir, apostar, investir.

Não quero acomodar no meu emprego atual, mas também não sei onde procurar outra oportunidade. Isso me deixa ansiosa.

Creio que vários profissionais já passaram por esta fase que estou passando. É uma questão de auto-conhecimento e iniciativa. Afinal, além de oportunidade e elogios, qualquer pessoa precisa também de um retorno financeiro.

Então, fico a pensar: fazer o que gosto ou fazer o que dá dinheiro?

Seria mais fácil unir o útil ao agradável, mas no meu ramo ainda não acertei o alvo...

Concluindo: a sensação de ganhar um banho ou balde de água fria é assustadora, pois você não está esperando. Agora, só depende de você continuar sentindo o frio do momento ou se refrescar após o inesperado!

Pelo que você leu, estou sentindo um pouco o frio, mas vou começar a me refrescar! Pensamento Positivo!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Persistindo na mesma meta




Mais um ano novo, mais esperanças!

Como tudo que começa, também é hora de renovar. Então, começo 2008 com uma nova meta, que já falhou no ano de 2007, mas agora será diferente.

A meta vocês já sabem: emagrecer, chegar e manter o meu peso ideal. Portanto, digo que será diferente porque já me preparei melhor. Apesar do fracasso no ano passado, descobri que quem precisa trabalhar é a minha mente. Nada mais...

Tenho tudo preparado: marquei a nutricionista, comprei uma balança digital que mede o nível de gordura, água e músculo, comprei livros sobre o assunto, paguei a academia e vou começar com a terapia. Já é um bom início!

Li o livro "Viver sem Obesidade", do médico dr. Rotman, e descobri várias coisas que não sabia sobre minha condição. A minha obesidade chama-se hiperplásica, é aquela que começa quando criança. Ao emagrecer, minha células adiposas não diminuem, ou seja, a grosso modo, é o que provoca meu efeito sanfona: quando atinjo o peso ideal engordo tudo de novo no primeiro deslize. Entendi tudo sobre minha ansiedade, depressão e compulsão nos termos científicos.

Agora, estou partindo para outro livro "A semente da vitória" do Nuno Cobra. Ouvi ótimas recomendações. Quando terminar de ler, faço a crítica.

E por aí vou: confesso que disposição às vezes me falta, mas trabalhando esses aspectos que considerei, acredito na minha vitória!