quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Vamos lutar?


Para quem gosta de movimentos de luta, mas não curte o ato em si, está aí uma aula que eu recomendo: o Body Combat.

Meio luta, meio ginástica, o Body Combat é uma atividade animada que ajuda a perder muitas calorias. É uma aula aeróbica que combina movimentos, socos, chutes, joelhadas e deslocamentos derivados de várias atividades consideradas de autodefesa e artes marciais, como o Karatê, o Boxe, o Tai-chi-chuan, o Kick Boxing e outros.

A aula animadíssima manda o stress do dia a dia para o espaço. Além de melhorar o condicionamento físico e queimar muitas calorias: em média 600 calorias em 1 hora de aula, para uma pessoa de 60 kg.

Descobri como aliviar as tensões juntando prazer e atividade física. Nunca pensei que fosse tão bom dar chutes e socos. Sempre fui meio ligada nessas lutas, mas não tenho coragem de praticar porque morro de medo de apanhar e sentir dor (kkkkkkkkk).

Se quiser saber quais academias oferecem essa aula acesse o site: www.bodysystems.net/

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Paixão Japonesa


Mais uma paixão me diverte! Agora, é a comida japonesa! Viciei!
Como é característica minha viver tudo intesamente, estou com um hobby novo: comer com o hashi!

Além de conhecer os mais diversos restaurantes de Cozinha Japonesa de BH, estou me empenhando em conhecer a cultura japa. Nos 100 anos da imigrãção japonesa, o Brasil prepara homenagens, festivais gastronômicos, obras memoriais e muitas outras opções. E eu deixo minha participação, postando o manual de etiqueta para comer com o hashi.


Hashi
Também conhecidos como wari bashi, os pauzinhos foram o primeiro instrumento que o homem criou para evitar o contato direto dos dedos com a comida durante a refeição. Sua importância se reflete na maneira como é chamado no Japão: o-hashi em japonês, o 'O' que precede as palavras tem sentido honorífico.

O hashi constitui um prolongamento natural dos dedos, especialmente útil e higiênico nos tempos em que se comia em pratos comunitários. Não é difícil manipulá-lo, e quem o despreza, no mínimo, ignora que a humanidade já o utilizava 5 mil anos antes da invenção do garfo.

Quem vai a um restaurante japonês (ou asiático) deve pelo menos fazer um esforço para não usar garfo, faca e colher. Se houver dificuldade em usar os pauzinhos, a garçonete poderá improvisar um hashi com elástico na ponta superior, o que facilitará as coisas.

Como diz o ex-árbitro de futebol, a regra é clara: a comida foi preparada em porções de tamanho ideal para o hashi, e comer com ele, sem brincadeira, melhora muito o gosto dos pratos.


Algumas dicas de etiqueta sobre o hashi:

- Em qualquer pausa durante a refeição, deposita-se o hashi em paralelo ao balcão, no suporte apropriado (oki), jamais apontando para o itamae-san: é agressivo! Se não houver oki, pode-se usar o próprio invólucro de papel, dobrado. Há quem faça as dobraduras tão bem que os invólucros improvisados como suporte resultam em belos origamis.


- Nunca 'afie' os pauzinhos, um contra o outro: fazer isso significa insinuar ao itamae-san que os hashi da casa são de qualidade inferior.

- Ter o próprio hashi, todo decorado e dentro de uma caixinha, guardado no sushi-ya predileto é um estranho costume brasileiro, provavelmente introduzido para fidelizar clientes, mas sem qualquer vínculo com a tradição japonesa. Além disso, que eu saiba, ninguém guarda seu próprio garfo e sua faca na churrascaria preferida...

- Nunca use o próprio hashi para servir os outros. Se houver prato, estenda-o para a outra pessoa; se não houver, use as pontas superiores do hashi para colocar a peça no balcão. Jamais a passe diretamente para o hashi do companheiro.

- Gesticular com o hashi nas mãos é deselegante _tanto quanto fazer isso com o garfo e a faca.


Fonte: Livro: "Sushi"
Autor: Sérgio Neville Holzmann
Editora: Publifolha



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Vamos dizer NÃO à Intolerância



Tenho a impressão de que a intolerância está reinando no mundo moderno. Você já reparou que as pessoas andam sem paciência para tudo, seja no trânsito, no trabalho, com os filhos, e principalmente no que diz respeito ao outro? Basta ser contrariada e a pessoa sai atacando a tudo e todos, extravasando os limites e exercendo a intolerância.

Parece que os intolerantes caminham bem devagar espiritualmente. O significado de coisas simples da vida como estar com a família, ir a pé na padaria, curtir o sol bem cedinho na praça, telefonar para um amigo, ganhar o sorriso de uma criança, sentir o sabor do café da manhã, tomar um banho gelado no calor, começar o dia com bom humor, orar baixinho, escutar sua música preferida no caminho do trabalho, entre outros milhares de pequenos detalhes deixaram de fazer a diferença na vida dessas pessoas.

O trânsito é o lugar dos intolerantes. Às vezes o tráfego está lento e tem sempre um apressadinho querendo se sair melhor do que os outros, colando na traseira dos que estão na frente. O sinal fecha e por causa de um segundo o abençoado avança e coloca em risco a própria vida e a do outro motorista. Alguém dá seta para estacionar em vias mais movimentadas e o de trás não pode esperar. Se for mulher então, piorou. Os homens acham que são superiores e coitada da mulher que comete um deslize no trânsito. Os pedestres não têm preferência, e por causa disso, ficam atrevidos, sem esperar o sinal fechar, muitas vezes, quase pulam na frente dos carros.

Exemplos de intolerância podem ser presenciados a todo instante. É o chefe que humilha o funcionário, o pai que bate na criança por motivo tolo, o vizinho que não agüenta o barulho, o namorado que não suporta as amigas da namorada, o professor que castiga o indisciplinado sem pensar numa estratégia pedagógica para lidar com a criança problemática, o ônibus que não passa no horário, a fila do banco que está enorme, o telefone que só dá ocupado, o computador que trava, o celular que não que dá sinal, o paquera que não liga... Tudo isso e outras pequenas coisas são capazes de tirar o intolerante do seu estado de paz.

Não podemos deixar que a intolerância cresça no nosso mundo. As pessoas precisam saber a dar valor nos momentos simples, nos momentos de espera. Tudo é pra ontem. Mas o hoje corre o risco de não ver o amanhã. A vida é curta e frágil demais para ser levada na correria, no estresse do dia a dia. Vamos aproveitar a fila do banco para fazer amizades, vamos curtir o engarrafamento para escutar aquela música que nos alegra, vamos pensar mais nos amigos, nos filhos, nas pessoas amadas e queridas. Porque tempo passa e não vemos, a vida passa e não vivemos tudo que queremos, e depois no perguntamos: por quê? Só por causa da intolerância!