quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Só quero um bom dia!!!


Hoje vou escrever aqui mais para desabafar. Gente, vocês já esbarraram com uma pessoa que te conhece, mas quando passa por você nem te cumprimenta, nem dá um bom dia sequer????
Fico indignada com isso, tudo bem que eu não deveria me preocupar, relevar, mas eu sou a rainha do sorriso! Faço questão de sorrir para quem me cumprimenta, faço questão de desejar bom dia para os meus colegas de trabalho, de contagiar o ambiente com o bom humor. Está certo que tem dia que é impossível esbanjar alegria, mesmo assim desejar bom dia não faz mal a ninguém. Acho que a pessoa em questão me ignora porque não deve gostar de mim, bom, nunca fiz nada a essa pessoa, pelo contrário, sempre procurei aproximar, me sinto muito incomodada com isso. Só que (pasmem) essa pessoa cumprimenta os outros na minha frente. É muito constrangedor. Não exijo gostar de mim, mas exijo respeito. Então, decidi que quando essa pessoa está no mesmo ambiente que eu, eu saio fora. É melhor assim.

Sei que às vezes somos invisíveis para as outras pessoas. Por exemplo, maioria dos moradores do meu bairro conhece meus cachorros, mas eu, a dona, sou invisível, ninguém quer me conhecer, quer conhecer os meus dogs, normal, a vida é assim! Outro exemplo é a funcionária do caixa da lanchonete que você mal freqüenta ser invisível para você. Então, pensei que posso ser invisível para essa pessoa, mas é meio difícil porque uma hora ou outra ela precisa de mim. Portanto, resolvi parar de tentar entender e mandar essa pessoa ir catar coquinho, para não dizer um palavrão! Situação mais desagradável é conviver com gente sem educação!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Se a moda pega...

Há algum tempo vi essa matéria no Jornal Hoje e fiquei muito feliz com a iniciativa da produção. Numa reportagem sem preconceito, algumas gordinhas cansadas de fazer dieta fundaram o Orgulho Gordo, nos EUA. Alías, o JH tem produzido algumas reportagens exaltando as gordinhas. Na minha opinião, isso é muito bom, mas é uma faca de dois "legumes". Falo isso, pois é bom lembrar que a obesidades traz males à saúde. Agora eu sou uma gordinha saudável, mas futuramente posso desenvolver diabetes, por exemplo. Por outro lado, fico contente porque exalta as qualidades de uma gordinha que é e pode ser bonita. Auto-estima é tudo na vida, gente! Tenho aprendido isso. Para sair, me arrumo toda, passo maquiagem, me olho mil vezes no espelho e dou aquela sacudida no astral.

O mais importante é que isso não quer dizer que pretendo ficar gordinha pelo resto da vida. Primeiro tenho que me aceitar como sou para ter forças para melhorar. Senão, vou ser aquela gordinha frustada de manequim 46 e quer entrar numa calça jeans 38 de um dia pro outro. Como ninguém consegue esse milagre, o alívio é encontrado nas pizzas e barras de chocolates!

Confere aí:

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sobre o amor de Deus


Foi no momento mais difícil da vida que provei do verdadeiro amor de Deus. Ao ver a família envolvida numa tragédia, quando um acidente de carro tirou a vida de minha avó paterna e minha madrinha, a primeira reação que tive foi clamar ao Senhor: - Pai por favor me pega no colo! Sentia-me tão desprotegida, tão confusa, sem saber para onde correr e com um sentimento de profunda tristeza tomando conta de mim. Não conseguia entender porque a vida de cada um de nós, da família de meu pai, tinha de seguir por aquele caminho ao enfrentar tamanha dor. Foi quando me lembrei da frase guardada no coração: “nada pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus nosso Senhor”! Ele não nos deixaria passar por algo que não poderíamos suportar.

Quando uma criança chora ou se machuca, por extinto a pegamos depressa no colo e começamos a consolá-la, dando a necessária proteção que ela tinha no útero materno. Então, a criança se acalma, nos abraça, e desce quando tem a certeza de que está segura. Naquele momento, pela fé, pude voltar a ser como criança, pois sabia que no mesmo instante Deus me pegaria no colo e não me deixaria caminhar sozinha. Estando ali, sendo consolada no colo do Pai, comecei a ver a tristeza como parte da vida, mas não importa o que aconteça sempre terei esse abrigo de amor quando precisar. Ao mesmo tempo, entendi vir o meu consolo porque Ele sabia como me sentia, pois, por um momento, Ele também entregou o seu filho amado à morte.

Com o passar do tempo, queria compartilhar com meus pais, meu irmão, meus tios e primos o acalento encontrado no colo de Jesus. Cheguei a pensar que eles não entenderiam, mas quem não estava entendendo era eu. Eles também tinham encontrado refúgio no Senhor, portanto, eu não percebia era que Deus tratava cada um de forma única, sempre cheio desse amor constrangedor. Só comecei a perceber isso porque via em cada amigo, cada familiar e em cada irmão a expressão do amor divino figurada por meio de gestos, palavras de consolo, orações, telefonemas, olhos recheados de lágrimas, abraços apertados, coração contrito e a presença aconchegante nas horas de solidão.

O amor de Deus se faz presente de várias formas na nossa vida, nos momentos mais difíceis ele transborda sarando nossa alma. Prová-lo foi como me render a um estado de graça misturado com a dor de contemplar uma imensidão sem poder retribuir. A saudade sempre vai permanecer e a dor vai sendo estancada no peito, mas o que nos mantém firmes é a própria manifestação do amor de Deus ao enviar seu filho Jesus para nos salvar. A esperança da vida eterna nos deixa constantemente gratos e também responsáveis por transmitir a todos os seus filhos esse amor revelado a nós.