quarta-feira, 30 de abril de 2008

Cristão e Justiça Social


Trabalhar no serviço público de um município possibilita-me ter uma visão diferenciada da pobreza e da exclusão social. Os mais pobres clamam por uma ação eficaz do governo municipal, isso porque sentem na pele a falta de um tratamento digno de saúde, moram em condições precárias, os filhos andam, muitas vezes, quilômetros para poder freqüentar a escola, debaixo de sol, chuva e poeira do chão de terra. Muitos ainda não têm rede de esgoto, a comida é simples, na maioria, sem opção de carne, diferente do que estamos acostumados a comer todos os dias. Enfim, posso citar aqui milhares de exemplos que rondam as cidades hoje, advindos do caos social.

Esses dias, isso tem me levado a refletir o compromisso do cristão com o social. Jesus dá ênfase aos pobres várias vezes durante sua peregrinação. Ele diz que ao alimentarmos o órfão, a viúva, visitar os presos e os doentes, ou seja, nos importarmos com as situações da miséria e sofrimento humano, teremos importado com Ele próprio. Uso a palavra importar, porque sinto na maioria das pessoas um sentimento predominante: a indiferença social.

Hoje, ver um mendigo na rua, uma criança pedir dinheiro no sinal, não me comove mais. Parece que me acostumei com a situação atual. Então, percebo que meu compromisso cristão está sem direção, acostumado demais a freqüentar somente o banco da igreja, limitado à religião. O discurso do cristianismo é muito bonito, sabemos de cor, mas somos hipócritas. Porque conhecemos o que devemos fazer, mas na hora de colocar em prática é falho. O preconceito nos toma, o legalismo religioso transforma o mundo dos crentes em guetos. O crente tem pavor do mundo, das coisas mundanas, mas se esquece que é aqui que se deve fazer a diferença. A Bíblia mesmo fala que a colheita é grande, mas poucos são os trabalhadores.

Falo isso por me sentir assim, em alguns casos, mas sei que existe cristãos que estão na mesma situação, ou piores. Graças a Deus que estou sendo tocada quanto as minhas atitudes. Agora é só procurar o campo para começar a semear. Então, te convido: vamos fazer a diferença? Vamos olhar para o pobre, o negro, o homossexual, a prostituta, o drogado, o enfermo, o deficiente, e para todos que precisam de nossa atenção? Vamos mudar o mundo? Vamos trabalhar para Cristo?

Não é difícil começar, basta olhar para dentro de nós mesmos e separar o que temos para doar. Somos cheios de talentos, vamos multiplicá-los!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Nova Vanessa



Legenda: Vanessa antes (da cara magra) - Vanessa depois (toda fofinha). Detalhe: isso é só para postar o inverso depois, tá? hahahahahahahaha



A partir de amanhã, 25 de abril, terei que ser uma nova Vanessa.

Vocês já devem ter ouvido isso milhões de vezes, mas a mudança vai acontecer “na marra” mesmo. Não tenho outra opção. Minha questão de peso agora é questão de saúde. A obesidade veio arrebatadora e com todos os males juntos. Posso explicar: glicose alta, se continuar nesse ritmo fico diabética aos 24 anos de idade. Além de tonteiras, cansaço exacerbado, dificuldade de concentração, formigamento nos pés, muita sede, vontade de urinar várias vezes, dor de cabeça, sem falar nas complicações emocionais e sociais.

Mas, agora tem um detalhe: sabe aquela força de vontade que estava faltando, inclusive escrevi num post anterior? Ela veio com tudo, está batendo na minha porta e eu vou deixar ela entrar. Sinceramente, quando a gente acha que chegou ao fundo do poço, tem uma mola pra te mandar subir de volta! rsrsrsrs

Então, comecem a contar, daqui a um mês terei o meu primeiro resultado, dia 26 de maio, quando postarei aqui minha vitória! É um compromisso comigo mesma e com vocês que sempre me deram força, mas acima de tudo, com a minha própria saúde.


Sanfona nunca mais! Emagrecimento sim! Que Deus me dê forças! E olho gordo: sai pra lá!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Aniversário


Mais um ano de vida, agora serão 24. A cada dia que se passa meu tempo é precioso. Posso sentir o cuidado de Deus para comigo. Obrigado, Senhor!

Esse ano é especial! Todos os anos foram. Porque sempre tive o que lutei, sempre quis o que pude ter, sempre encarei de frente os desafios. Embora algumas coisas não estejam como eu queria.

Vou confessar: adoro fazer aniversário! Sinto-me imensamente feliz quando recebo um telefonema daquele amigo especial, daquela pessoa querida. Gosto de reunir meus amigos, receber a família, fazer um bolo bem gostoso. Amo ganhar presentes, mas aqueles presentes que a gente sabe que são planejados com muito carinho, não por obrigação!

Durante todo esse tempo de vida, fui descobrindo aos poucos quem é a Vanessa. Até hoje ainda me surpreendo com quem me revelo ser. O objetivo da minha vida é me conhecer, gostar mim, estar completa. Depois disso, aprendo mais a amar e aceitar o meu próximo. Sei dos meus defeitos, das minhas qualidades, conheço meus talentos. Ainda estou meio perdida quanto aos meus caminhos, principalmente na vida profissional. A pessoa que reflito ser, atrai os meus amigos e me mantém amando uma só pessoa há tanto tempo.

Nesse aniversário, dia 17 de abril, queria deixar registrado que amo minha vida, minha família, meus amigos. Encontrei meu verdadeiro amor muito novinha e a chama está viva aqui dentro. Quero formar minha família com o Vitor. E também quero agradecer a todos que me amam pelo apoio, carinho, amizade e muitas horas de diversão!
"Sei que a Tua fidelidade leva minha vida mais além do que eu possa imaginar...
Sei, e não posso negar, que os Teus olhos sobre mim, me enchem da Tua paz!"

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Namoro... Estranho?


Na entrevista que Cláudia Jimenez deu a Jô Soares, que vai ao ar hoje, na Globo, ela reafirmou que está namorando Rodrigo Phavanello.
Fonte: Folha Online

Alguém já reparou que o casal Cláudia e Rodrigo é o mais especulado ultimamente na mídia? As pessoas custam a acreditar no romance. Alguns juram que é jogada de marketing. Outros pensam: como assim?

Desde a novela Sete Pecados, já achava estranho o casal, mas super divertido e uma forma de quebrar tabus. Agora que o casal está junto na realidade a questão virou alvo dos curiosos de plantão.

Cláudia tem fama de contracenar com galãs, mas pelo que eu me lembre, nunca foi divulgado na mídia um namoro dela com um. Ela já enfrentou o câncer e já teve um relacionamento homossexual estável. Rodrigo parece estar em evidência há algum tempo, não muito, e chama atenção realmente por seus traços físicos.

Agora, o mais interessante é o preconceito que está por trás de toda essa aparição, divulgação. Ficamos a pensar, mesmo de forma inconsciente, que com tantas atrizes lindas, mais novas, com corpinho violão, ele foi se encantar justamente por ela. Então, esse é mais um motivo para prestar atenção no ser humano. O que realmente temos de bom que podemos conquistar as outras pessoas.

Eu, mesmo sendo gordinha, posso me aceitar do jeito que sou, me achar linda, levantar minha auto-estima. Porque isso sim atrai as pessoas. Claro que quero emagrecer, qual gordo quer ser gordo? Enfim, fica aí uma lição, mesmo que seja fogo de palha, jogada de marketing, existe sim o preconceito, mas também existe a beleza do ser humano do jeitinho que ele é!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

O que está acontecendo com os médicos de BH?


Ontem fui ao Angiologista pela primeira vez e fiquei espantada. Estou com câimbras, dor nas pernas e formigamento nos pés há mais de um mês, por isso resolvi checar como está a circulação. Cheguei ao consultório, esperei uns 40 minutos para ser atendida e por fim, foram somente uns 15 min. de consulta. Ele mal me examinou e falou que estou ótima, minha circulação está perfeita e o meu problema é por causa da postura e me receitou um remédio para as câimbras, que nem sei se vou ter coragem de tomar.

Que consulta mais superficial. O médico nem interessou em fazer perguntas, questionar, investigar, sei lá... Tudo bem que eu era a última paciente e ele devia estar louco para terminar, mas pelo amor de Deus, viu! Será que sou hipocondríaca?

Eu não sou a primeira a reclamar dos médicos, vários conhecidos meus já reclamaram. Meu avô então faz o seguinte: chega, conta todas as doenças para o médico e marca no relógio os 30 min. de consulta que ele tem direito. Se o médico acaba antes, ele fala que resta tempo e começa a conversar sobre o seu histórico de doenças. Hilário! Mas, dá vontade de fazer igual ao meu avô!

Sinceramente, a única médica boa que tenho é a minha ginecologista e o meu clínico geral, posso contar nos dedos, porque o resto está difícil conciliar com os meus interesses, com os meus parâmetros de paciente. Ou estou muito exigente, ou estou sem sorte, ou quero ser tratada como gente que precisa de ajuda e é muito importante o Sr. Doutor me examinar minuciosamente!

Bom mesmo é aquele seriado americano House. Ele é um tremendo fdp., mas sabe o que faz e leva em consideração todos os detalhes da vida de seus pacientes. Será que fica só na ficção?

segunda-feira, 31 de março de 2008

Uma experiência frustrante


Legenda: A foto acima foi tirada pelo meu colega Ronaldo Leandro, no Centro de Educação Infantil Icaivera. Recém-inaugurado pela Prefeitura em Contagem. Experiência super diferente que tive do Curumim. Esse sim, valeu a pena!

Fui convidada para dar uma palestra sobre Comunicação aos estudantes do Curumim (não vou falar o nome), em Contagem. Aceitei e fiquei empolgada, pois nunca tinha dado uma palestra antes. Gastei tempo e disposição para preparar a aula. Tive o cuidado de elaborar algo interessante para as crianças, para chamar a atenção, mantive a preocupação de usar uma linguagem fácil, jovem. Até uma brincadeira sobre comunicação, que aprendi na faculdade, me prontifiquei a fazer. Esperava, no mínimo, crianças interessadas e educadas.

Meu Deus! Foi uma dificuldade poder falar sequer uma palavra. Não imaginava que crianças da periferia fossem tão mal educadas. Os meninos não respeitavam nem a diretora da instituição. Consegui fazer somente a brincadeira, mesmo assim, foi uma peleja. Fiquei horrorizada com o nível daquelas crianças. Impossível! Nunca mais volto naquele lugar, ou em lugar parecido.

Fiquei indignada e pensativa: será que tem jeito para essas crianças? O que elas estão aprendendo? E os pais? O que está acontecendo com a futura geração?

Admito que tenho um pensamento muito preconceituoso sobre o futuro dessas crianças. Afinal, educação começa desde que a criança nasce e os valores e o caráter são construídos e moldados pela família. Se a criança não recebe uma base em casa, na escola será muito difícil ensinar. Fiquei algumas horas naquele lugar e vi tantos absurdos acontecerem que tive que lavar minhas mãos. A solução está muito além do que eu me proponha a fazer. Mesmo por serem crianças dignas de misericórdia com direito a um futuro mais humanitário, não tive pena! O problema é cultural e social, muitas vezes, arraigado nos próprios familiares.

Senti foi raiva. Raiva de criarem crianças assim. Elas são vitimas, mas serão responsáveis pelos mesmos problemas futuramente, porque não tiveram a base. E assim vai: o circulo vicioso formado pela pobreza, pela falta de oportunidades, pelos valores brasileiros! Alguns querem mudar a realidade, mas ainda são poucos!

quarta-feira, 26 de março de 2008

Questão de Peso

O tempo passa e a impressão que tenho é que só o perdi. Minha oscilação de peso é tão grande que fica cada vez mais difícil sentir o tempo fazer efeito. Passam os meses e continuo lutando para emagrecer. Daqui a pouco, é o meu aniversário e vou passá-lo me sentindo péssima, com auto-estima lá embaixo.

Os meses de terapia já me fazem ter a consciência do motivo do efeito sanfona. Uso a comida como uma forma de compensação do prazer no final do dia. È o seguinte: durante o dia mantenho a dieta numa boa, chega à noite como demais durante o jantar, porque tenho que me sentir satisfeita, entupida de comida, para ter a sensação de estar completa.

Isso é muito ruim. Tenho a consciência, mas não consigo despertar aquela força de vontade. Falta gostar mais de mim, parar de me punir. Buscar a satisfação em outras coisas. Ter mais tolerância com as emoções do dia a dia. Tenho vergonha de olhar para as pessoas, não me sinto mais bonita, me sinto pesada, enorme, feia. Não quero sair de casa, não quero encontrar os amigos, quero me esconder do mundo enquanto estiver gorda...

Recomecei novamente. Fui à nutricionista e não emagreci nada mês passado, mesmo ralando na academia. Agora, ela quer me ver de 15 em 15 dias. Acho que vai ser melhor, me animou. Estou começando a me controlar, ontem à noite foi uma vitória. Vou começar a contar os dias em que venço a ansiedade e a vontade de comer sem limites, assim minha compensação vai ser em frente ao espelho.

Estou um pouco deprimida. Isso foi só um desabafo. Tenho certeza que têm muitos gordinhos que se sentem assim como eu. É muito difícil seguir nessa luta, as pessoas pensam que os gordinhos são preguiçosos, mas não é verdade. O importante é que mesmo assim não vou desanimar! Vencerei!

quinta-feira, 20 de março de 2008

Dizer eu te amo



Foi de um jornalista de Belo Horizonte que ouvi a seguinte explicação para quando as pessoas dizem “eu te amo”.


Chamou minha atenção, pois nunca tinha pensando nisso.


Ele falou que muitas vezes as pessoas dizem eu te amo com sentidos diferentes:
1 – Eu te amo – que significa você é minha propriedade;
2 – Eu te amo – que significa já que eu te amo você tem que amar do mesmo jeito.


Se refletirmos sobre esses sentidos, muitas vezes nos relacionamentos mais vazios, com intimidade superficial funciona desse jeito mesmo. As pessoas hoje dizem eu te amo com muita facilidade, mesmo sem saber o que é o verdadeiro amor.


O amor é um dom gratuito que vem de Deus. Quando dizemos ao nosso amado essa frase, significa que acima de tudo, não importa o que aconteça, ele terá o teu coração. É de graça, não exigimos nada em troca, muito menos a dependência emocional.


Amar é um sentimento muito complexo, acredito. Pode ser aceitar as diferenças, respeitar, admirar, perdoar, tolerar, querer sempre bem, doar, enfim, muitos sentimentos bons pelos quais construímos e passam a fazer parte do amor. Só sei que o verdadeiro amor vem de uma única fonte e quem a conhece, esse sim ama de verdade.


Enfim, pensemos muito antes dizer “eu te amo”!
obs: A foto foi tirada há cerca de 9 anos! rsrsrsrs

segunda-feira, 17 de março de 2008

Um final de semana em SP





Diferente e agradável. Esse foi o final de semana em Sampa. Estava frio, mas o clima aconchegante. Nada como matar a saudade da amiga e curtir um pouco o que a cidade da garoa tem a oferecer. Além da recepção impecável da Lê, a oportunidade de passear pela 25 de março, o shopping Eldorado, o Ibirapuera, a noite da Vila Madalena, as grande avenidas, os bairros nobres, o viaduto do Chá e fazer jus a fama do trânsito pesado foi o que deu charme a visita.

O melhor de tudo foi prestigiar a Lê. Ela está me saindo uma “dona de casa” de mão de cheia. Dona de casa porque é a dona de tudo ali que cuida com muito carinho. Casar penso que não é fácil, mas deve ser gostoso. A casa típica de recém-casados, tudo novinho, limpinho, confortável. Lavar, passar, cozinhar, cuidar do marido essa é a parte que deve ser difícil... mas, nós mulheres tiramos de letra!

A saudade também bateu forte. Foram só três dias, mas deu para sentir falta do meu amor, dos meus dogs, e da minha family. O sentimento também temperou a viagem. Afinal, é muito gostoso ter saudade quando temos a certeza de que vamos nos encontrar novamente. Pensar em mim, no que sou, como sou, o que quero, o que vou fazer e ficar filosofando sobre a vida também fez parte do roteiro de ida, sozinha, enquanto ia de ônibus.

A parte ruim para variar, foi justamente na ida e na volta dentro ônibus (tinha que ser comigo). Sempre tinha um idoso abençoado a roncar no meu ouvido! Rsrsrs Mas, nada que desabonam os dias na companhia da minha amiga afilhada de casamento!

Agora, você (nossa amiga que ainda não visitou a Lê): vá! Confira o que eu digo!

domingo, 9 de março de 2008

Pense muito antes de ter um cão


Muitas famílias decidem comprar um cãozinho a fim de aumentar os membros e trazer alegria para o lar. Mas, muitas também não pensam nas conseqüências em criar o animal.

Semanas atrás, estava tentando arrumar um dono para um golden retriever, raça do meu coração, que estava sofrendo de falta de espaço e carência de brincadeiras porque sua dona atual não estava dispondo de tempo e espaço suficientes. A tarefa não foi nada fácil, porque as pessoas até se interessavam, porém, quando compartilhava dos artifícios para criar a raça, mudavam os ânimos.

Todo filhote é encantador, ainda mais de golden retriever, portanto, além de benefícios, ele trará despesas e carecerá de cuidados indispensáveis para ter uma vida digna e feliz como animal.

Pensando nisso, faço um apelo às pessoas que desejam ter um cãozinho, para analisarem com carinho antes de tomar a decisão final.

Cada raça tem um perfil e temperamento diferentes. Como o golden é a minha preferida dou motivos para você não ter um golden retriever: indico acessar o site do Canil Peter White e ler as 13 razões para isso.

Lembre-se:
Cães geram despesas. Se você não quer gastar, não compre um cão.
As despesas são muitas. Conforme a raça, podem chegar até a 1 salário mínimo (sem exageros). Tudo isso com: vacinas, carrapaticidas, ração de qualidade (super premium), vermífugo, banho, tosa, proteção contra leishmaniose, visitas regulares ao veterinário, brinquedinhos e petiscos para ajudar na educação do seu cãozinho.

Além disso, seu cão vai necessitar de passear (praticamente todos os dias), de tempo disponível para brincadeiras e até mesmo adestramento. Limpar as necessidades também é um ponto desagradável para quem não gosta de animais.

Então, se você não tem essa disponibilidade, desista! Ou o seu cãozinho será mais um animal infeliz nesse mundo. E eles não merecem isso, pois quando amados e cuidados de verdade, nos proporcionam momentos inesquecíveis e se tornam verdadeiros membros da família!

Minha casa já não é a mesma depois do Bono e da Bella. Eles são meus lindinhos, mas não são humanos, são bichos, por isso têm seus lugares definidos aqui em casa. Para serem felizes, os animais precisam ser tratados como tais e não humanizados como muitas famílias fazem!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Paixão Japonesa


Mais uma paixão me diverte! Agora, é a comida japonesa! Viciei!
Como é característica minha viver tudo intesamente, estou com um hobby novo: comer com o hashi!

Além de conhecer os mais diversos restaurantes de Cozinha Japonesa de BH, estou me empenhando em conhecer a cultura japa. Nos 100 anos da imigrãção japonesa, o Brasil prepara homenagens, festivais gastronômicos, obras memoriais e muitas outras opções. E eu deixo minha participação, postando o manual de etiqueta para comer com o hashi.


Hashi
Também conhecidos como wari bashi, os pauzinhos foram o primeiro instrumento que o homem criou para evitar o contato direto dos dedos com a comida durante a refeição. Sua importância se reflete na maneira como é chamado no Japão: o-hashi em japonês, o 'O' que precede as palavras tem sentido honorífico.

O hashi constitui um prolongamento natural dos dedos, especialmente útil e higiênico nos tempos em que se comia em pratos comunitários. Não é difícil manipulá-lo, e quem o despreza, no mínimo, ignora que a humanidade já o utilizava 5 mil anos antes da invenção do garfo.

Quem vai a um restaurante japonês (ou asiático) deve pelo menos fazer um esforço para não usar garfo, faca e colher. Se houver dificuldade em usar os pauzinhos, a garçonete poderá improvisar um hashi com elástico na ponta superior, o que facilitará as coisas.

Como diz o ex-árbitro de futebol, a regra é clara: a comida foi preparada em porções de tamanho ideal para o hashi, e comer com ele, sem brincadeira, melhora muito o gosto dos pratos.


Algumas dicas de etiqueta sobre o hashi:

- Em qualquer pausa durante a refeição, deposita-se o hashi em paralelo ao balcão, no suporte apropriado (oki), jamais apontando para o itamae-san: é agressivo! Se não houver oki, pode-se usar o próprio invólucro de papel, dobrado. Há quem faça as dobraduras tão bem que os invólucros improvisados como suporte resultam em belos origamis.


- Nunca 'afie' os pauzinhos, um contra o outro: fazer isso significa insinuar ao itamae-san que os hashi da casa são de qualidade inferior.

- Ter o próprio hashi, todo decorado e dentro de uma caixinha, guardado no sushi-ya predileto é um estranho costume brasileiro, provavelmente introduzido para fidelizar clientes, mas sem qualquer vínculo com a tradição japonesa. Além disso, que eu saiba, ninguém guarda seu próprio garfo e sua faca na churrascaria preferida...

- Nunca use o próprio hashi para servir os outros. Se houver prato, estenda-o para a outra pessoa; se não houver, use as pontas superiores do hashi para colocar a peça no balcão. Jamais a passe diretamente para o hashi do companheiro.

- Gesticular com o hashi nas mãos é deselegante _tanto quanto fazer isso com o garfo e a faca.


Fonte: Livro: "Sushi"
Autor: Sérgio Neville Holzmann
Editora: Publifolha



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Vamos dizer NÃO à Intolerância



Tenho a impressão de que a intolerância está reinando no mundo moderno. Você já reparou que as pessoas andam sem paciência para tudo, seja no trânsito, no trabalho, com os filhos, e principalmente no que diz respeito ao outro? Basta ser contrariada e a pessoa sai atacando a tudo e todos, extravasando os limites e exercendo a intolerância.

Parece que os intolerantes caminham bem devagar espiritualmente. O significado de coisas simples da vida como estar com a família, ir a pé na padaria, curtir o sol bem cedinho na praça, telefonar para um amigo, ganhar o sorriso de uma criança, sentir o sabor do café da manhã, tomar um banho gelado no calor, começar o dia com bom humor, orar baixinho, escutar sua música preferida no caminho do trabalho, entre outros milhares de pequenos detalhes deixaram de fazer a diferença na vida dessas pessoas.

O trânsito é o lugar dos intolerantes. Às vezes o tráfego está lento e tem sempre um apressadinho querendo se sair melhor do que os outros, colando na traseira dos que estão na frente. O sinal fecha e por causa de um segundo o abençoado avança e coloca em risco a própria vida e a do outro motorista. Alguém dá seta para estacionar em vias mais movimentadas e o de trás não pode esperar. Se for mulher então, piorou. Os homens acham que são superiores e coitada da mulher que comete um deslize no trânsito. Os pedestres não têm preferência, e por causa disso, ficam atrevidos, sem esperar o sinal fechar, muitas vezes, quase pulam na frente dos carros.

Exemplos de intolerância podem ser presenciados a todo instante. É o chefe que humilha o funcionário, o pai que bate na criança por motivo tolo, o vizinho que não agüenta o barulho, o namorado que não suporta as amigas da namorada, o professor que castiga o indisciplinado sem pensar numa estratégia pedagógica para lidar com a criança problemática, o ônibus que não passa no horário, a fila do banco que está enorme, o telefone que só dá ocupado, o computador que trava, o celular que não que dá sinal, o paquera que não liga... Tudo isso e outras pequenas coisas são capazes de tirar o intolerante do seu estado de paz.

Não podemos deixar que a intolerância cresça no nosso mundo. As pessoas precisam saber a dar valor nos momentos simples, nos momentos de espera. Tudo é pra ontem. Mas o hoje corre o risco de não ver o amanhã. A vida é curta e frágil demais para ser levada na correria, no estresse do dia a dia. Vamos aproveitar a fila do banco para fazer amizades, vamos curtir o engarrafamento para escutar aquela música que nos alegra, vamos pensar mais nos amigos, nos filhos, nas pessoas amadas e queridas. Porque tempo passa e não vemos, a vida passa e não vivemos tudo que queremos, e depois no perguntamos: por quê? Só por causa da intolerância!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

TORCER É SAUDÁVEL


A emoção de torcer pelo seu time do coração é indescritível em qualquer esporte, mas como a paixão dos brasileiros é o futebol também adoto essa idéia.

Domingo fui ao Mineirão ver a estréia do Cruzeiro e há muito tempo não via uma goleada. Dei sorte! O clima, a adrenalina e a unidade entre milhares de pessoas torcendo e empurrando o time para a boca do gol. O tradicional tropeiro, os gritos enfurecidos com o mal desempenho de alguns jogadores, e até cantar uma musiquinha desejando uma coisa não muito boa ao time rival. Realmente é muito emocionante ser torcedor, a alegria é contagiante.

Mas, também fiquei indignada quando fui até o Barro Preto com o Vitor comprar os ingressos e passou um carro com um atleticano e começou a nos insultar só porque o Vi estava com a camisa do Cruzeiro. Sinceramente, não entendo como tem tanta gente estúpida, sem educação, de baixo nível nesse mundo. Desejo tudo de bom para aquele atleticano!

Logo depois, ouvimos no rádio a confusão que matou um torcedor e feriu mais dois. Agora, me conta, pra quê? Desperdiçar uma vida por causa de rivalidade trivial sendo que a cada dia nascem milhares de cruzeirenses e atleticanos em Minas e nada vai mudar. Vão exterminar todos eles?

Será que esses marginais não têm algum amigo, parente, seja lá quem for, que torce para o time rival e não conseguem conviver com as diferenças?

Não tolero isso! É ótimo torcer, é saudável. Mas, quando entra a violência no meio considero que quem agride já não é mais torcedor, essa pessoa não é digna de torcer para qualquer time. É um marginal, criminoso, assassino. Nada justifica a agressão e as ofensas. Basta!

Torcer é amar o time de forma que vestir a camisa seja respeitar as diferenças e abominar qualquer manifestação de violência. É bonito torcer, mas é mais bonito ainda viver em paz! Tolerância!

Obs: Amanhã tem mais, CRUZEIRÃO!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Eu, Contagem e os meus amigos servidores


Está na moda ser servidor público no Brasil. A estabilidade do emprego tão sonhada reúne milhares de concurseiros em busca de uma vaga. Nunca pensei em ser servidora pública, foi por obra do destino que meu primeiro trabalho é na Prefeitura de Contagem, como efetiva. Não é o emprego top de linha, mas me garante experiências interessantes, aprendizado e amizades ilustres. Há um ano na linha de frente, pude perceber a luta de uma classe acostumada a não ser valorizada com a imagem um pouco equivocada. Promessas de melhorias vão e vêm. Algo se concretiza. Algo se perde nos arquivos. Os novos rumos interessam e a esperança não morre.

No primeiro dia, em 04 de abril de 2006, a ansiedade do novo me consumia. Os colegas, mais curiosos do que eu, faziam várias recomendações. Ouvi de tudo um pouco: - cuidado com o estágio probatório - o serviço é muito tranqüilo - coitada veio parar em Contagem - entrou pela porta da frente - que bom que chegou estávamos precisando de efetivos. Meses depois as perguntas ainda não mudavam: - está gostando? –está feliz? – a prefeitura é legal?

Visada por ser jornalista e estar em vários lugares, procuro fazer meu trabalho, servir à Prefeitura, ao município, sempre lembrando que minhas raízes estão nessa cidade. Tão pouco tempo de experiência, o que mais me chamou atenção foi mesmo o servidor público contagense. A maioria de meus colegas efetivos está há anos na Prefeitura. Construíram família, viram Contagem crescer, fizeram amizades com muitas pessoas que passaram por aqui, histórias boas para contar. Por outro lado, alguns já estão cansados, outros desistiram e foram embora, mas a espera por dias melhores e valorização profissional posso sentir que não cessa.

Hoje, tenho a certeza de que todos que trabalham ali, assim como eu, há mais tempo ou menos tempo, têm algo a oferecer. Alguns são artistas plásticos, outros vendedores, gourmets, poetas, músicos, atletas, artesãos, militantes políticos e até pequenos empresários. É verdadeira a miscelânea que enriquece a nossa história e faz de Contagem uma cidade cercada de talentos. Com ares interioranos, o município é visto como um braço da capital, mas um corpo inteiro no coração de cada um que trabalha aqui. De braços abertos, alma tranqüila, cabeça dedicada, alguns dias de cara amarrada, assim vai levando o servidor. E eu vou junto, quer dizer, talvez eu fique, talvez eu vá. Mas, sempre levarei comigo a imagem certa das pessoas que ajudam a manter essa cidade tão grande a todo vapor!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Mais uma Questão de Peso...


Hoje tive outra surpresa!

E também não foi boa, mas pelo menos essa eu esperava.

Consultei com a minha nutricionista e o resultado foi absurdo: engordei 11kg em 4 meses, ou seja, cerca de 2,5Kg por mês.

Os números me deixaram pensativa: o que estou fazendo comigo? Eu não preicso ser assim!

Agora minha meta será emagrecer 26kg. Tenho muita facilidade para engordar, mas isso não é normal. Tem algo errado aí. Já marquei a médica.

Gente, é muito difícil passar por isso. Sei que a culpa desse efeito sanfona está no meu emocional. Fico desesperada por comida. É a minha fonte de prazer! Por isso, preciso da ajuda de um profissional. Tenho que emagrecer de dentro para fora, e não ao contrário.

Ontem fiz a primeira sessão de terapia. Gostei muito. Sinto que tenho muito o que trabalhar com minha inteligência emocional. Uma das conclusões que tirei é que quando chego no meu peso ideal e fico bonita, fico bem comigo mesma, no meu inconsciente não é bem assim. Ele acha que não sou merecedora dessa vitória, e como conseqüência, acabo voltando com os quilos perdidos.

Tenho que refletir mais sobre o que é ser merecedora das minhas conquistas, afinal são minhas e de mais ninguém. A auto-punição inconsciente tem que acabar. Para isso, preciso conhecer mais de mim mesma, amadurecer e assim transformar a realidade!

Vou conseguir! Fé em Deus e pé na tábua!

obs: Sabe o que eu ainda vou fazer? Uma propaganda com fotos de "antes e depois"! E vou rir pra caramba! Quem sabe até sou convidada para dar palestras! rsrsrs

Agosto Dourado: você conseguiu amamentar?

  A campanha “Agosto Dourado” veio para promover o aleitamento materno e conscientizar sobre sua importância para a mãe e o bebê. Até os sei...