domingo, 14 de setembro de 2008

Aos queridos primos-amigos






Já escrevi diversas vezes sobre amizade aqui. Aproveito mais uma vez para fazer de novo. Neste momento, meu sentimento é só de agradecimento aos amigos, principalmente aqueles especiais que fazem parte também da minha família. Acho que o carinho e o zelo que temos um pelo outro é mais intenso pela questão do sangue e da convivência mesmo. Impressionante!

Cada amigo tem um lugar especial no nosso coração. Muitas vezes, já torci para ter uma melhor amiga igual aquela que a gente tinha na época da adolescência. Depois percebi que ela foi substituída pela cumplicidade do companheiro e a presença aleatória de novas amigas. Os amigos seguem outros caminhos e mesmo assim não deixamos de ser amigos!

Foi o que aconteceu comigo. Quando ainda era criança, meninota sapeca, minha prima, muito querida, gostava de me adotar no período das férias. Como era bom! Marcou muito minha infância! Ela cuidava de mim igual uma bonequinha. Fazia pudim, que eu amo de paixão e (sem querer puxar-saco é o melhor que já comi), fazia penteado, levava ao cinema, clube, shopping, alugava filmes da Xuxa, contava histórias, jogava buraco, enfim, me divertia bastante naquela época. Aprendi muito com ela! Quando me tornei adolescente a diferença de idade influenciou, e como todo adolescente não tem juízo, a gente se afastou, mas foi natural. O carinho nunca ficou distante.

Agora que nos “reencontramos” quando caminhamos pela vida com momentos ora coloridos, ora doídos, o que ficou lá atrás veio à tona como forma de cumplicidade, alma leve e o prazer da companhia. O melhor que não foi só uma prima-amiga que ganhei, existem outros que conquistei, porque além de primo, é amigo. Teve uma que veio como um raro presente: a namorada de um primo, que considero membro da família há um tempo, mas por ocasiões do destino só aproximamos agora. E o melhor: nos identificamos muito.

Deixo registrado aqui todo carinho, amor, admiração e respeito que tenho por esses amigos. As pessoas passam na nossa vida e sempre deixam algo que marca, umas mais, outras nem tanto. E essa fase que vivo hoje, levo como parte da minha história, quando na infância o laço começou a ser feito e está mais forte agora. Marcar, eles já marcaram demais. E não adianta esconder, os laços são fortes pelo mesmo fator traçado na nossa vida que nos uniu: a família.

Não queria ser piegas, mas quando se trata de amigos acho que é meio impossível, não? Afinal, como diria a canção: amigo é coisa pra se guardar...

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

A música da Literatura

Ontem, o Rubem Alves foi a Contagem falar sobre leitura. Aproveitei para conversar um pouquinho como leitora de seus livros. Gostei muito. Vou colocar abaixo a matéria que fiz para a Prefeitura (bem institucional, ainda não foi editada) rs, depois faço a minha versão pessoal! rsrsrs
Rubem Alves incentiva educadores de Contagem a ensinar a música da Literatura
“Nossos jovens não têm o hábito de ler porque nunca ouviram a música da Literatura”, afirmou o professor Rubem Alves, na sua vinda a Contagem, no dia 10 de setembro. Mais de 800 educadores do município puderam compartilhar com o autor mineiro experiências dos ensinamentos nada burocráticos sobre leitura, conforme ele próprio define. Rubem se diz impressionado com o programa de leitura desenvolvido na Rede Municipal de Ensino, mas para ele, as escolas são culpadas pelo fato dos alunos não gostarem de ler, pois obrigam a lerem livros que não querem. Ao contrário, Rubem sugere que os professores deveriam proporcionar que as crianças e adolescentes primeiro ouçam a leitura para descobrir sua própria música.

A palestra ministrada pelo professor, em parceria com a Editora Paulus, faz parte do Programa de Leitura Além das Letras desenvolvido nas escolas municipais de Contagem. Rubem Alves nasceu em Dores da Boa Esperança, sul de Minas Gerais. Tem 75 anos, três filhos e cinco netas. É Bacharel em Teologia, doutor em Filosofia, psicanalista e professor emérito da Unicamp. São mais de 50 títulos publicados para leitores entre adultos e crianças.

Conhecido como crítico do sistema de ensino brasileiro, ele deixou seu recado quando garantiu que não existe maneira de ensinar alguém a gostar de ler, pois a Literatura não serve para despertar a consciência crítica, mas simplesmente para o deleite e o prazer de entrar num mundo imaginário. “Toda criança e adolescente tem o direito de não ler o livro que não quer. Se eles são obrigados a ler e ainda são cobrados pelas escolas tomam raiva do livro. Não é possível ensiná-los a desenvolver o hábito de leitura, se eles não criarem o amor pela Literatura”, afirmou.

Rubem explica que para ler é preciso alienação para entrar no mundo da estória e o próprio livro é encarregado de seduzir o leitor para que este o devore. Ele também afirma que os melhores livros são aqueles que merecem ser relidos. “Para levar os jovens ao mundo da Literatura é preciso ser fiel a eles e dizer não aos burocratas. Burocratas são aqueles que exigem fichamento do livro, que o aluno mal faz, seguem o diário na ponta da caneta, obrigam os alunos a lerem livros chatíssimos de história da França, por exemplo, e depois cobram na prova cada detalhe insignificante, entre outros exemplos”, afirmou.

Ao finalizar a palestra, Rubem incentivou os professores a burlar a burocracia. “Os burocratas não merecem sua verdade e não vão fazer nada com ela, nosso compromisso é com o aprendizado dos nossos jovens, vamos manter a fidelidade a eles e mostrar a música da Literatura. Eu sei que temos autoridades presentes e temos que respeitar, mas me desculpem, na minha idade posso falar o quero, e quero incentivar os educadores”, concluiu. Foi aplaudido de pé, inclusive pelas autoridades.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Remédio para tratar obesidade

A obesidade é vista como doença há pouco tempo. Antes, achavam que ser gordo era por pura preguiça e desleixo mesmo. Só Deus e um gordinho sabem como é difícil emagrecer e mais ainda ser gordo.

Numa consulta à endocrinologista, ela me fez pensar em algo que nunca tinha analisado: a ciência tem que descobrir um medicamento para tratar obesidade para o resto da vida, assim como diabetes, pressão alta, doenças endócrinas, entre outras que precisam de remédios diários e “eternos”. Se obesidade é doença também tem que ter remédio não é mesmo? Porque o mais difícil mesmo, confesso que é manter o peso.

Os medicamentos que existem no mercado não são definitivos e causam efeitos colaterais que chegam a ser intoleráveis. A nova promessa é o Acomplia, a pílula antibarriga, que bloqueia a sensação de prazer ao comer um doce, ou aquela vontade de devorar a comida. Ainda promete reduzir a gordura intra-abdominal e melhorar os índices de glicemia, colesterol e triglicérides. Portanto, ele não pode ser usado por pessoas com histórico de depressão, pois “tende a dar um baixo-astral”. Ainda não é a solução para a obesidade, é um medicamento novo no mundo e no Brasil, não se sabe ainda por quanto tempo pode ser usado. Tem apresentado bons resultados. É claro que tem aquela velha história: deve ser associado à reeducação alimentar e exercícios físicos, afinal, milagre remédio não faz, só Deus mesmo!

Quem está tomando Acomplia pode me contar o resultado?

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Por mais que o país entre nessa onda de combate ao cigarro, ainda vejo muitas pessoas fumando ao sair na noite, principalmente jovens. O cigarro é horrível todos conhecemos seus malefícios, então como as pessoas insistem no vício? A resposta é simples, cigarro é droga.

Já ouvi fumantes falarem que o cigarro é o companheiro de todas as horas, nunca te deixa na mão. Acaba com a ansiedade, dá a sensação de prazer, mas que prazer é esse se é preciso ir se matando para tê-lo? Os jovens não se importam em fumar agora porque só irão sentir os efeitos mais tarde. Mesmo assim vale a pena continuar?

Ontem estava indo ao médico, e dentro do elevador estava uma médica de jaleco com um cigarro e isqueiro na mão para acender. Fiquei olhando aquilo e pensei: que falta de credibilidade, uma médica fumante. Pode até parecer preconceito, mas gente, ela trabalha com a saúde, pela saúde, e vai acabar com a sua própria saúde? Quando ela desceu alguns comentaram o fato. A ascensorista justificou a atitude da médica: - É o vício. Não tem jeito! (Com certeza ela também era fumante.)

Nesse dia, deixo minha contribuição de quem está militante na luta contra o cigarro. Vamos parar gente! Sei que é difícil, mas tudo nessa vida tem que ter força de vontade. E estar disposto a morrer de falta de ar ou com doenças piores por momentos curtos de prazer é não dar valor à vida.

Nota: Ser um fumante passivo e conviver com o cheiro de quem fuma e também ficar fedendo é a pior coisa do mundo. E ainda correr o mesmo risco de contrair doenças relacionadas ao fumo. Aff...

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

A danada da auto-estima


Sempre descubro algo que me faz refletir conversando com amigas! E essa semana foi a respeito da auto-estima. Estou trabalhando na terapia para aumentar esse fator tão essencial, principalmente para nós mulheres. Estou conseguindo bons resultados. O mais curioso é que conversando com umas amigas que têm o corpo bonito, são resolvidas profissionalmente, têm namorado, enfim, levam uma vida que eu chamaria de normal, me confessaram ter auto-estima baixa. Fiquei surpresa! Pensei: é lógico que esse fator não envolve somente quem tem problemas relacionados ao peso.

Indo mais a fundo, comecei a refletir como pode ser formada a auto-estima de alguém. Não sou psicóloga, muito menos especialista no assunto, mas arrisco a falar que começa na infância. Muitas vezes, como somos tratados pelos nossos familiares, ou por nossos coleguinhas, pelo professor, entre outras pessoas que exercem influência na nossa vida, pode afetar na formação da opinião que teremos de nós mesmos. As comparações feitas pelos adultos entre as crianças, por exemplo, fulaninho faz isso e você não, o medo de decepcionar nossos pais e a necessidade de chamar a atenção em tudo, envolve a formação da auto-estima. Foi no berço que comecei a despertá-la, mas não consegui assimilar algum processo no desenvolvimento, como ser uma adolescente com oscilação de peso na época da ditadura da magreza, e isso me prejudicou bastante.

Trabalho para aumentar minha auto-estima porque a vida fica mais bonita e mais feliz quando a gente se ama do jeitinho que a gente é. Não ficamos inseguros, tímidos, ou nos sentindo inferiores. Pelo contrário, ficamos ousados, seguros e até mais sensuais. Deve ser muito bom ter a auto-estima lá em cima. Caminho para isso. Todos os dias olho no espelho e faço o exercício: você é linda, eu amo você, você é especial, você nasceu pra ser feliz. Pode até parecer bobo, mas que tem me ajudado muito, isso tem. Até as pessoas começam a perceber que você está diferente, acham que cortou o cabelo, emagreceu, ou está apaixonada. Melhor do que botar pra fora o bem que fazemos a nós mesmos é impossível! Como diz o velho ditado: se a gente não gostar da gente mesmo, quem vai gostar?

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Clube da Luluzinha


Estava num restaurante japonês com minhas amigas conversando sobre as diferenças entre homens e mulheres. A Andréa começou a falar que nós mulheres deveríamos ser mais unidas e ter mais programas juntas, assim como os homens. É o seguinte: os homens têm dias reservados na semana para se reunir, por exemplo, tem o dia do futebol, de tomar cerveja no boteco, ir ao clube freqüentar a sauna, jogar truco, fazer um churrasquinho, ou seja, o que for. Já as mulheres raramente conseguem se encontrar durante pelo menos uma vez na semana por muito tempo. A Andréa tem razão!

Formar o Clube da Luluzinha é muito difícil para nós mulheres. Talvez dê para escrever uma tese sobre os motivos disso. Podemos até tentar formar o clube do livro, da culinária, das solteiras, das mães de família, entre outros, mas os compromissos sempre nos fazem deixar de lado o encontro freqüente com as amigas.

Eu bem que tentei ter um clube da Luluzinha, jogava buraco toda terça-feira com umas colegas, mas tive que parar, joguei vôlei por alguns meses, também parei, tentei montar um grupo de estudo, também não foi pra frente, vamos ver se ainda vai... Sempre tentei formar esse famoso clube, mas acaba não engatando, alguém começa a furar e as outras desanimam. Agora, eu tento reunir com as amigas pelo menos uma vez por mês para deliciar uma comida japonesa regada a muito papo. Mesmo assim não chega nem perto do sagrado futebol.

Enfim, mulheres amigas vamos montar um clube? Papo eu tenho certeza que não vai faltar, só não pode faltar você!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Como saber que os filhos cresceram?

Mamãe eu cresci! rsrsrsrsrs

Essa é a pergunta que faço para algumas mães que não admitem os filhos se tornarem independentes e seguirem o próprio caminho. Tudo bem que mãe é mãe e ela sempre vai se preocupar em cuidar dos filhos, querer o bem, porque o amor é incondicional. Acontece que não questiono essa mãe, pois é natural. Questiono aquelas que não sabem lidar com a situação, tentando controlar a vida dos filhos, se tornando uma relação doentia, que prejudica a todos ao redor.

Minha mãe sempre me criou independente dela, porque ela mesma sempre foi muito colada (dependente) com a minha avó. Nossa relação hoje é de amizade, ela é minha melhor amiga, não porque ela quer controlar minha vida, mas porque está ao meu lado, me deixando viver.

Inúmeros são os filhos que se tornam arrimo de família porque a própria mãe projeta a vida dela neles. Complicado isso, não? Muitas vezes o marido é omisso, o casamento não anda bem, e os filhos têm que preencher essa lacuna de alguma forma. Sempre ouvi dizer que temos que criar os filhos para o mundo. Tudo bem! Acredito que isso quer dizer que devemos deixá-los se virar para crescerem ativos e responsáveis, não inconseqüentes como aqueles que têm tudo na mão e não dão valor.

Há também aquelas situações em que a mãe cobra que sempre se dedicou ao filho e agora que ele cresceu não liga mais pra ela, porque prefere sair com os amigos e namorar. Sempre é hora de parar pra pensar no que é ser uma boa mãe, no que é dar uma boa educação. Ao ser mãe, imagino que há entrega, doação e dedicação aos bebês e as crianças que precisam dos cuidados maternos. Portanto, ao crescerem, será diferente porque eles começam a ter necessidade de seguir em frente, com seus próprios desejos. Então é hora de ficar ao lado, oferecendo apoio, confiando no que foi ensinado a eles e rezando para que Deus guarde. A mãe sempre terá o espaço permanente no coração de cada filho, isso ninguém tira, só ela própria. O importante é aceitar isso, enxergando que os filhos crescem!

terça-feira, 15 de julho de 2008

Dizer a verdade a um amigo?


Estava pensando outro dia a respeito da amizade. Então, considero que perante um amigo a gente sempre deve falar a verdade, por mais nua e crua que ela seja. Se for para criticar, alertar, machucar, enfim, amigo também é pra essas horas, pra chamar de volta a realidade, ao mundo sujo que a gente vive.

Fiquei lembrando de uma amiga que está meio distante de mim porque falei umas verdades. Não sei se fui cruel, ou se agi certo. O tempo vai dizer. Mas estou refletindo se deveria ser honesta mesmo com ela. A verdade dói, eu concluí.

Não perderei essa característica de falar o que penso para minhas amigas. É certo que as vezes preciso de um tempo para pensar, e depois digo a verdade. Também tem horas que falta coragem.

E você? Tem sido honesto(a) com seus amigos?

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tabela de idade do seu cão



Os cães têm um padrão de idade muito diferente dos seres humanos. Quando vivem muito, chegam a completar 15, 16 anos.

Navegando pela net, achei essa tabela que fala qual idade o cãozinho tem. O Bono está com 24 anos e Bebella está na adolescência. Achei super divertido!

É claro que essa tabela varia de raça para raça, pois ao comprar seu filhote, você saberá qual é a expectativa de vida da raça, e aí sim, poderá compará-lo pela tabela.
Segundo os veterinários e criadores, as raças maiores vivem menos que as raças menores, mas a diferença não é tão grande assim.

Confere aí:

Quando ele está com: Na verdade tem:

03 meses .............................................. 05 anos
06 meses............................................... 10 anos
01 ano.................................................... 15 anos
02 anos.................................................. 24 anos
03 anos.................................................. 28 anos
05 anos.................................................. 36 anos
06 anos.................................................. 40 anos
07 anos.................................................. 44 anos
08 anos.................................................. 48 anos
09 anos.................................................. 52 anos
10 anos.................................................. 56 anos
12 anos.................................................. 64 anos
14 anos.................................................. 72 anos
16 anos.................................................. 81 anos
18 anos.................................................. 91 anos
20 anos................................................. 101 anos

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Viajar no presente e no passado


Viajar é sempre bom. Conhecer lugares novos, pensar na vida, curtir o amor, encontrar a paz interior, sentir a brisa do vento acariciando o rosto, tirar fotos legais para registrar o momento. O mais gostoso de pegar estrada é ouvir aquela música que te inspira, pensar em você mesmo e nos projetos que pretende realizar, agradecer a Deus pelo momento e lembrar-se das pessoas que ama com uma saudade gostosa. A viagem que era pra ser cansativa acaba se tornando um momento íntimo com um sabor especial de esperança.

Lembro-me de quando era criança, ao viajar com meus pais, ia no carro pensando no futuro, suspirava ao imaginar quem seria o meu amado, será que ele estaria me esperando? Tudo tinha um cheiro específico para cada sentimento, é engraçado lembrar isso. Pintava aquela ansiedade boa de como seria o lugar, o elemento surpresa era o clímax do passeio, na imaginação vinham as histórias românticas, cada uma para um lugar especial como a praia, o campo, a cidade do interior. Tudo tinha uma magia.

Hoje, a magia é diferente. Quero registrar tudo, desbravar o lugar, aproveitar o momento de forma mais intensa e tudo acaba passando mais rápido. A essência é a mesma, porém tenho outro olhar quando conheço lugares novos. Dá uma saudade de ser criança, estar com o papai, com a mamãe! Hoje é raro viajar assim juntos, cada um tem um compromisso diferente. Aí a gente fica imaginando se eles estivessem lá!

A volta também é uma das melhores partes. Assim como a ânsia é de chegar, também é de voltar. Matar a saudade da família, dos amigos, e dos cães. É uma festa quando chegamos. No outro dia, a vida segue a rotina, os compromissos aparecem e a viagem fica na lembrança, saudosista, com gostinho de quero mais!

terça-feira, 1 de julho de 2008

Perfil

Atualizando...

Lei Seca: mais do que na hora resolveram tentar acabar com a violência no trânsito. Há quem ache severa, há quem concorde. Como tudo nesse país tem que ser na marra mesmo, os brasileiros só irão cooperar porque vai haver fiscalização intensa, mesmo assim, muitos ainda perderão a carteira, pode ter certeza.

Sex and the City: Um filminho para ver com a amiga. Não leve seu namorado, ele não irá suportar! rs. A lição que tirei é a de que amigas são coisas para se guardar no lado esquerdo do peito. Você sempre vai precisar delas. A outra é a de que mulher quando ama sempre perdoa. Nada de novo até então, o que valeu mesmo foi o prazer de ir ao cineminha acompanhada da minha amiga Lê, em Sampa.

Francal: Coleção Primavera Verão 2008 de calçados numa das maiores feiras da América Latina. Amanhã eu te conto os detalhes da moda!

Férias: nada como ser servidora pública e poder gozar de 30 dias corridos. Muita gente me crucificou porque estou gozando a vida mesmo, mas desculpem, passar em concurso tem suas vantagens!

Livro: A Cruz de Hitler
Comida: qualquer caldo nesse tempinho frio!
Bebida: continua sendo a coca-cola
Dieta: estou de férias!!!
Trabalho: light
Agradecimentos: a minha amiga do peito pela recepção impecável na sua casa!

Beijos a todos! rs.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Má fé do jornalismo



A Operação João de Barro da Polícia Federal movimentou os corredores da Prefeitura de Contagem, na última sexta-feira, 20 de junho. Os agentes chegaram cedo, fecharam alguns setores, impedindo os servidores de entrarem no local de trabalho provisoriamente. A notícia espalhou rápido atraindo todos os veículos de comunicação do estado e alguns aproveitadores da situação, óbvio. O fato mais surpreendente foi a especulação dos jornalistas e o burburinho gerado nos bastidores da operação local, dando oportunidade para o pulo do gato e a falta de sensatez dos jornalistas.

Num local onde ninguém queria falar oficialmente, quem não tinha nada a ver com o assunto aproveitou a oportunidade. Uma ex-servidora (cargo comissionado) e um vereador da oposição foram ouvidos pela imprensa e ganharam espaço, mesmo sem conhecerem o contexto do episódio. Pelo menos em dois veículos de comunicação, uma TV e um jornal impresso, eles ganharam alguns segundos e um parágrafo de fama.

A ex-servidora acusa a administração municipal de superfaturar licitações e obras. Argumentou que tinha documentos comprovando a fraude em sua casa, mas a única prova que apresentou foi uma denúncia que fez ao Ministério Público, o que qualquer cidadão comum pode fazer. Portanto, até o presente momento, o município não recebeu nenhuma diligência do MP. Ela falou com a imprensa que já tinha avisado a prefeita que isso iria acontecer. E a imprensa deu ouvidos.

Agora, questiono a posição dos amigos jornalistas: por que dar espaço a uma denúncia sem provas? Uma acusação sem fundamentos, porque falar não basta, é preciso ter provas, como em todo crime. O jornal pelo menos questionou o governo, que negou as acusações, mas a TV já soltou as imagens sem nem ouvir o outro lado. O pior de tudo é que as acusações feitas pela fonte, não tem nada haver com os recursos do PAC (alvo da investigação), que a prefeitura ainda nem recebeu. Deu a entender que ela fez a denúncia e por isso a polícia federal foi investigar. Grande ilusão.

Não defendo a prefeitura, muito menos a ex-servidora. Só faço meu papel como jornalista. É por isso que casos absurdos ficam em evidência na mídia (alguém se lembra da Escola Base?), pela incompetência de certos profissionais e o desejo de vender notícia ruim.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Efeito contrário



Alguém já reparou que demoramos mais tempo para engordar do que para emagrecer? Quando uma pessoa faz uma dieta de restrição calórica, chega a emagrecer no mínimo 4kg por mês. Dá para ter resultados de até 3 kg por semana no início da dieta. Mas, é claro que emagrecer é bem mais difícil do que engordar!

Agora, engordar é um processo mais lento, na média de 2 a 3kg por mês. Lógico que depende do organismo e metabolismo de cada um e da quantidade de calorias que são ingeridas. Mas, já notou que demoramos a perceber que engordamos muito? Quando reparamos o prejuízo já está feito. Quem conhece o próprio corpo sabe que na maioria das vezes é assim que funciona. Tudo bem que se você exagerar numa semana vai ganhar uns quilinhos, mas eles somem se voltar a rotina normal e fizer exercícios.

Pode haver exceções para essa regra, mas observa bem e veja se tenho razão! O problema é que as coisas começam a tomar proporção na nossa vida quando estão em excesso! rsrsrsrsrs

Estranha contradição...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Bodas de Ouro


Passaram as Bodas de Ouro. Foram 50 anos de casamento, muitas histórias para contar e o amor para celebrar. A vida não foi nada fácil. Naquela época, as donzelas eram legítimas, moça de família não era namoradeira. O rapaz tinha de ser trabalhador e honesto, bastava para formar o legado. Assim, casaram-se, ela se fez professora e mãe, ele marceneiro, construiu a casa. Cinco filhos criados, três netos também. A carreira eles completaram com fé e ainda batalham.

Em poucas palavras dá para contar essa história, mas que também é rica em detalhes. A reflexão proponho agora. Eles estão idosos, a diferença de idade é grande. Ela ainda é voraz, ele nem tanto, mas graças a Deus, está firme e forte. Na vida deles tudo foi normal, sem tragédias, foram felizes, amaram-se, acredito. O período atual comprova que se aturam. Criados num tempo em que divórcio é pecado, nem foi preciso. Chamo ela de santa, por agüentar os desatinos dele. É normal na idade, mas acentuados foram seus defeitos, quer dizer, apenas alguns.

Engraçados são os fatos, ela é muito paciente, xinga na frente dele, mas na nossa dá boas risadas. Ele tem suas manias, se tornou hipocondríaco, dorme às 20h em ponto e roga praga porque acorda às 4h. Agora, faz as contas? Ele dorme 8h por noite, então pra que ir dormir tão cedo? Ele busca o pão, é o primeiro do dia a entrar na padaria. Toma uma cachacinha na hora do almoço, mas não abusa. Chora ao ver os filmes na TV, conta histórias da mocidade, assiste à missa todos os dias, mas esconde a manteiga da diarista, pois ela só pode comer pão com margarina, alguém entende? Outro dia quase morreu porque teve que ser o último a servir o almoço, ainda lamentou que ninguém mais respeita o chefe da casa. Até hoje ele tem ciúme da amada, se eles recebem um hóspede, ele já reclama da atenção dela. Se ela vai à igreja, é uma beata. Se encontra com as amigas, deve ter véio na parada!

Ele num sai mais de casa. Fala que não dá conta. Ela viaja pra tudo quanto é lugar. Tantas são as diferenças! O casamento resiste e vai resistir até o fim. Não sei quanto aos sentimentos dos dois. Vejo que é difícil a convivência. E por todos esses anos juntos, vale a pena preservar essa história. A paixão existiu, a decepção também. Só eles podem contar o que sentiram e o que sentem agora. O bonito é ver que não se odeiam, mas se toleram!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

“Oscar” e criatividade para o Mundo do Crime


Hoje estava lendo essa crítica que escrevi quando estava na faculdade, no sexto período, em 2004. Achei interessante como as coisas fluem. Confere aí:

Criatividade: palavra-chave para se definir um substantivo, que virou necessidade entre as qualidades para se sobressair aos demais, nesse mundo abarrotado, sem ser leviano. Quem não é criativo, não dá nada na vida, mas, ser criativo, também não significa ser alguém admirável.

Falo isso, comprovando com as manchetes dos jornais: uma quadrilha foi presa, acusada de roubar bancos, há quatro anos, em Minas. Até aí, tudo bem, se não fosse pelo detalhe dos bandidos agirem fardados com uniformes da Polícia Militar e da Polícia Civil, fingindo ser policiais para assaltarem. Diante desse fato, uso a palavra criatividade, da mesma forma, para justificar um assalto a uma cobertura no bairro Padre Eustáquio. Os suspeitos vestidos com uniformes de agentes de saúde da Prefeitura de BH, que fazem visitas de inspeção de controle da dengue, renderam a empregada e limparam o apartamento.

Essa seria uma nova modalidade de assalto? Quem sabe? É só, não virar moda! Caso contrário, o caos tomará conta da cidade e a confiança no poder público balançará, em plena época de eleições. Sempre escuto pessoas dizerem: você não sabe mais se polícia é ladrão ou se ladrão é polícia! De quem é a culpa, eu não sei, mas sei que dois homens da quadrilha presa ainda conseguiram fugir fardados. Então, a dúvida continua.

No mundo crime inovação é o que não falta: são bandidos que escalam prédios de dez andares para roubar; assaltam, de moto, passageiros de táxi pela janela; entram nos ônibus, de madrugada, para faturarem notebooks de algum trabalhador sonolento; e, se quiser aprofundar no assunto, me deparo com maníacos do parque, do shopping, do metrô, do lotação, da padaria, da escola, de muitos lugares incontáveis. Fiquei pensando se a violência não é tanta que virou mediocridade. E da onde surgiu essa criatividade alucinadora dos assaltantes empreendedores? Dentro do contexto histórico e submetida a uma intolerância racional contra a luta pela hegemonia e poder, atribuo ser uma herança deixada pelo Tio Sam.

Pois é, hoje aqui em BH, temos um serial killer de taxistas. Em São Paulo, vários mendigos morreram espancados numa só noite, e se olharmos para cima no mapa-múndi, terroristas filmam bastidores do massacre de mais de 300 pessoas. Alguém pode até discordar da influência do Tio Sam, aqui ou lá na Rússia, mas episódios como esses, são amadores de sua indústria cinematográfica.

Hoje, lembrei de um garoto pobre, que virou artista de cinema, num filme sobre a vida numa favela do Rio de Janeiro. O filme conseguiu ganhar um pouco de espaço em Hollywood, concorrendo ao prêmio mais estimado do Cine. Mas, o garoto, não deu certo não, e, dias depois, foi parar nas ruas, roubando bolsas de velhinhas a fim de arrumar uma grana pra comer. Às vezes, se ele fosse um pouco mais bonitinho e soubesse arranhar bem o português, podia conseguir outros papéis. Ou melhor, se nós, os brasileiros, ouvíssemos a frase pela televisão: “And the Oscar goes to...”, esse menino podia estar na Globo, fazendo Malhação!

Agora, chega de se...

Agosto Dourado: você conseguiu amamentar?

  A campanha “Agosto Dourado” veio para promover o aleitamento materno e conscientizar sobre sua importância para a mãe e o bebê. Até os sei...