sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Por mais que o país entre nessa onda de combate ao cigarro, ainda vejo muitas pessoas fumando ao sair na noite, principalmente jovens. O cigarro é horrível todos conhecemos seus malefícios, então como as pessoas insistem no vício? A resposta é simples, cigarro é droga.

Já ouvi fumantes falarem que o cigarro é o companheiro de todas as horas, nunca te deixa na mão. Acaba com a ansiedade, dá a sensação de prazer, mas que prazer é esse se é preciso ir se matando para tê-lo? Os jovens não se importam em fumar agora porque só irão sentir os efeitos mais tarde. Mesmo assim vale a pena continuar?

Ontem estava indo ao médico, e dentro do elevador estava uma médica de jaleco com um cigarro e isqueiro na mão para acender. Fiquei olhando aquilo e pensei: que falta de credibilidade, uma médica fumante. Pode até parecer preconceito, mas gente, ela trabalha com a saúde, pela saúde, e vai acabar com a sua própria saúde? Quando ela desceu alguns comentaram o fato. A ascensorista justificou a atitude da médica: - É o vício. Não tem jeito! (Com certeza ela também era fumante.)

Nesse dia, deixo minha contribuição de quem está militante na luta contra o cigarro. Vamos parar gente! Sei que é difícil, mas tudo nessa vida tem que ter força de vontade. E estar disposto a morrer de falta de ar ou com doenças piores por momentos curtos de prazer é não dar valor à vida.

Nota: Ser um fumante passivo e conviver com o cheiro de quem fuma e também ficar fedendo é a pior coisa do mundo. E ainda correr o mesmo risco de contrair doenças relacionadas ao fumo. Aff...

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

O cristão e a homofobia

Estava lendo no blog da Comunidade Gay (do Portal UAI) um manifesto quanto à opinião da modelo Isabeli Fontana, que ao vivo no programa da Hebe afirmou não querer ter filho homossexual. Os gays acharam um absurdo, homofóbico. Agora, curiosos são os comentários de algumas mães no blog. Elas ficam indignadas afirmando que nenhuma mãe gostaria de ter um filho gay, acham normal a opinião da modelo e algumas até ofendem os gays.

Eu respeito os homossexuais. Até gostaria de ter um amigo gay, fofíssimo! O que me preocupa realmente é a homofobia. Confesso que como futura mãe não desejo ter um filho homossexual. Portanto, querer é diferente de ter, e se tiver vou amá-lo do mesmo jeito, mas é claro que darei uma educação ensinando menina a gostar de coisas de menina e menino gostar de coisas de menino. Depois é só confiar no que foi ensinado, se não der certo, paciência. Afinal, é muito polêmico o fato de uma pessoa ser homossexual, ninguém sabe o verdadeiro motivo. Mudando de assunto, não é sobre isso que quero falar aqui.

Quero falar que, como cristã, não aceito as práticas homossexuais, mas condeno a homofobia. Nosso papel como cristão é muito delicado diante dessa questão, mas alguns confundem isso e passam a recriminar os homossexuais. Ser gay não é defeito, nem qualidade. Alguns devem gostar, outros não. Penso que deve ser muito árduo ser ex-gay, até chego a duvidar que isso seja capaz de acontecer. No mais, Deus conhece cada um no seu íntimo, Ele é misericordioso, e quem somos nós para julgar. A Bíblia diz que o homossexualismo é pecado, mas Jesus nos ensinou a amar o próximo como a nós mesmos. Então, como ser capaz de discriminar um homossexual?

Desejar não ter um filho gay, não é homofobia. Não aceitar o filho gay é homofobia. Pregar o evangelho a um gay não é homofobia, condená-lo a vida de pecado é homofobia e anti-cristão.

Nota: Tudo bem que esse debate está na moda. A mídia tomou conta disso. Vejo toda essa falação sobre homofobia como um exagero midiático e governista, porém, como todo bom cristão tem que estar antenado, aí está minha opinião.

Nota 2: Por um lado, os homossexuais adoram e lutam por essa causa, mas será que eles também não vêem homofobia em tudo quanto é ação de heterossexual que se manifesta a respeito?

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

A danada da auto-estima


Sempre descubro algo que me faz refletir conversando com amigas! E essa semana foi a respeito da auto-estima. Estou trabalhando na terapia para aumentar esse fator tão essencial, principalmente para nós mulheres. Estou conseguindo bons resultados. O mais curioso é que conversando com umas amigas que têm o corpo bonito, são resolvidas profissionalmente, têm namorado, enfim, levam uma vida que eu chamaria de normal, me confessaram ter auto-estima baixa. Fiquei surpresa! Pensei: é lógico que esse fator não envolve somente quem tem problemas relacionados ao peso.

Indo mais a fundo, comecei a refletir como pode ser formada a auto-estima de alguém. Não sou psicóloga, muito menos especialista no assunto, mas arrisco a falar que começa na infância. Muitas vezes, como somos tratados pelos nossos familiares, ou por nossos coleguinhas, pelo professor, entre outras pessoas que exercem influência na nossa vida, pode afetar na formação da opinião que teremos de nós mesmos. As comparações feitas pelos adultos entre as crianças, por exemplo, fulaninho faz isso e você não, o medo de decepcionar nossos pais e a necessidade de chamar a atenção em tudo, envolve a formação da auto-estima. Foi no berço que comecei a despertá-la, mas não consegui assimilar algum processo no desenvolvimento, como ser uma adolescente com oscilação de peso na época da ditadura da magreza, e isso me prejudicou bastante.

Trabalho para aumentar minha auto-estima porque a vida fica mais bonita e mais feliz quando a gente se ama do jeitinho que a gente é. Não ficamos inseguros, tímidos, ou nos sentindo inferiores. Pelo contrário, ficamos ousados, seguros e até mais sensuais. Deve ser muito bom ter a auto-estima lá em cima. Caminho para isso. Todos os dias olho no espelho e faço o exercício: você é linda, eu amo você, você é especial, você nasceu pra ser feliz. Pode até parecer bobo, mas que tem me ajudado muito, isso tem. Até as pessoas começam a perceber que você está diferente, acham que cortou o cabelo, emagreceu, ou está apaixonada. Melhor do que botar pra fora o bem que fazemos a nós mesmos é impossível! Como diz o velho ditado: se a gente não gostar da gente mesmo, quem vai gostar?