Nossa médica cardiologista Dra. Cláudia Sueli da Rocha, referência técnica do SUS Contagem, nos orienta e previne quanto aos riscos e aumento das doenças do coração associados ao inverno, quedas da temperatura e umidade do ar. Confira 😉
O inverno está associado ao aumento dos casos de doenças cardiovasculares e da mortalidade cardiovascular. O risco de infarto, por exemplo, pode ser até 30% maior nessa época do ano. A cada diminuição de 10 °C na temperatura mínima, as chances de ter um infarto aumentam em 7%.
Qual a relação entre doenças cardiovasculares e inverno?
Devido à queda da temperatura no inverno, chega-se menos sangue ao coração, pois o clima frio tira o calor do corpo, forçando o coração a trabalhar mais para mantê-lo aquecido. Os vasos sanguíneos vão se contraindo para que o coração possa se concentrar em bombear sangue para o cérebro e outros órgãos importantes, e essa diminuição da circulação sanguínea pode gerar dor no peito, chamada de angina, que é causada pelo estreitamento das artérias que conduzem sangue ao coração, ou até mesmo um infarto.
Essas reações do organismo sobrecarregam o sistema cardiovascular, que passa a trabalhar mais para manter a temperatura corporal equilibrada.
No inverno, também há maior incidência de doenças respiratórias, que aumentam o risco de descontrole de problemas cardíacos já existentes. O frio e a presença de uma infecção podem tornar uma placa de gordura instável ou mesmo piorar a falta de ar de uma pessoa com insuficiência cardíaca estável.
Além disso, algumas pessoas deixam de praticar exercícios físicos nessa época do ano e passam a comer alimentos mais calóricos, devido à sensação de bem-estar e aquecimento corporal que proporcionam. No entanto, isso não faz bem à saúde do coração.
Tais condições podem provocar dores no peito, falta de ar, coração acelerado, náuseas e tonturas, por exemplo.
Apresentar um ou mais desses sintomas não significa, necessariamente, um infarto ou outra doença cardiovascular. Mas é importante buscar a orientação de um médico ou ir à emergência de um hospital para avaliar o caso. Não espere os sinais e sintomas piorarem.
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